segunda-feira, 9 de agosto de 2010





O observar e o reconhecer. Avistei, decodifiquei a imagem. E fui andando em transe. Traçando os meus passos, as pessoas ficando pra trás e a presença aumentando. Segurei a presença com um abraço. Um abraço daqueles q saem um braço pra cima o outro pra baixo. Um no ombro, outro na cintura. Por alguns segundos foi "meu", novamente, aquele tronco. Mas um grupo de pessoas q chegava [com o mesmo álibi q eu] exigia espaço, o espaço entre os meus braços e caixa toráxica [e a presença foi diminuindo.] Passaram-se horas, os joguinhos da "gente esperta do sul", coisas em comum [coisas?], perguntas e respostas. {[(Socializem! Valendo!)]} [...] E terminou a nossa conversinha burocrática com um "vou ali".

2 comentários:

Eduardo Martins disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ariadne Lima disse...

Melhor assim.